Desenvolvedor:TreyarchDistribuidor:Activision
Gênero:Tiro em primeira pessoa - FPS
Lançamento: 07 de novembro de 2006
Faixa etária: indefinida
Jogadores:nao sei
Suporte Online:Não
Call of Duty 3 realimenta mais uma vez a enorme voracidade do público por título baseados na Segunda Guerra mundial ao posicionar o jogado no papel de um combatente em um dos diversos pelotões estadunidenses rumo à árdua vitória. A história é repassada de maneira mais convincente através da exposição também dos pontos de vista de países como a França, Polônia e Canadá em um dos principais momentos da invasão da Alemanha, a fatídica incursão no litoral da Normandia.
Algo marcante no desenrolar da trama é a relação do jogador com seus superiores e com seus subordinados, ou seja, o trabalho em equipe — a despeito do costume dos jogos de tiro em primeira pessoa em deixar o jogador ao encargo de varrer totalmente infantarias inteiras de inimigos. Com isso, a inteligência artificial deveria ter tido um tratamento especial, mas não é o que ocorre em Call of Duty 3. Infelizmente, os aliados tem o péssimo hábito de entrar em plena linha de fogo durante um ataque, dificultando bastante a mira do jogador fazendo com muitas vezes fosse preferível que eles não estivessem “ajudando”.
Outro ponto diferenciado é a maneira que a vida é tratada, não havendo uma indicação de quanto de dano o personagem pode suportar. A idéia, além de proporcionar realismo, é fazer com que o jogador adquira um senso especial de defesa e precaução e passe a procurar abrigos e obstáculos para se defender, propiciando uma partida mais tática e ponderada do que um tiroteio desenfreado.
No caso específico do PS3, houve a incorporação do sensor de movimentos SIXAXIS para desferir golpes e controlar os veículos (outra novidade de Call of Duty 3). O Wii, por sua vez, igualmente faz proveito do uso do wii-mote. Contudo, em ambos os casos, essa novidade tem lá suas vantagens e desvantagens, não sendo necessariamente uma contribuição indiscutivelmente boa.
A trilha sonora e tratamento gráfico, por sua vez, ficaram ainda mais realistas. Quanto à física do jogo, há muito mais interação do cenário às respostas dos tiros e explosões das granadas. Claro que esses aspectos técnicos estão de acordo com a capacidade específica de cada plataforma.
Diante desses aspectos, mesmo com os inúmeros jogos de tiro baseados na Segunda Guerra Mundial, Call of Duty 3 ainda consegue manter seu espaço reservado como um dos melhores títulos do gênero.
2 comentários:
No terceiro jogo, Rei é uma fotógrafa cujo marido Yuu morreu num acidente de carro causado pela sua direção descuidada. Rei sempre se culpou pela morte do marido e pelo fato dela não ter morrido em seu lugar. Ela trabalha com sua ajudante Miku (do primeiro jogo). Num trabalho externo em uma casa dita assombrada ela acaba fotografando uma imagem de Yuu num corredor. Ele a faz seguí-lo pra dentro de uma mansão que só existe em sonhos e que uma mulher tatuada pelo corpo todo assombra as pessoas que vêm atrás de seus entes queridos falecidos. Ao acordar, Rei sente uma dor imensa e percebe que uma tatuagem começa a tomar conta do seu corpo para depois sumir. Isso se repete noite após noite enquanto ela adentra cada vez mais a mansão em busca do seu marido. Outros também são atraídos a mansão. Miku buscando seu irmão que não pôde salvar no primeiro jogo e Kei, ainda não descobri muito sobre ele mas parece que ele tem alguma coisa com Mio do segundo jogo.
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